Começou
nesta segunda-feira (24) e vai até a próxima sexta-feira, dia 28, a
Mobilização Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas
Desaparecidas. A Perícia Forense do Ceará (Pefoce) participa da ação
promovida pelo Ministério da Justiça e disponibiliza pontos de coleta em
seus núcleos no Ceará. No caso do Cariri, a Pefoce ou o antigo IML
funciona na Avenida Tenente Raimundo Rocha (Bairro Planalto) em
Juazeiro. O telefone é (85) 3106.5912 e WhatsApp (85) 98226.6603.
O
objetivo é intensificar o encaminhamento de familiares de pessoas
desaparecidas para a coleta de DNA. Esse trabalho ampliará a coleta de
material genético, contribuindo para fortalecer bancos de perfis
genéticos e aumentar as possibilidades de identificação e localização de
pessoas desaparecidas. Os núcleos da Pefoce serão pontos de coleta
sempre das 8 às 17 horas estando preparados para receber os familiares
que ainda não tenham doado material genético.
Para realizar a coleta, eles devem apresentar um documento de identificação e as informações do Boletim de Ocorrência do desaparecimento. Todavia, só podem coletar o material familiares de primeiro grau da pessoa desaparecida, de acordo com a seguinte ordem de prioridade: pai e mãe; filhos e o genitor do filho da pessoa desaparecida e irmãos (no caso de filhos e irmãos, quantos forem possíveis) podem comparecer aos núcleos no Ceará.
A família também pode colaborar com as buscas fornecendo material biológico do próprio desaparecido encontrados em itens de uso pessoal, como escova de dentes, aparelho de barbear, além de amostras como dente de leite, cordão umbilical e outros. O material genético coletado irá alimentar os bancos de perfis genéticos estaduais e nacional, possibilitando a comparação com amostras de pessoas encontradas vivas ou falecidas, mas ainda sem identificação.
Para realizar a coleta, eles devem apresentar um documento de identificação e as informações do Boletim de Ocorrência do desaparecimento. Todavia, só podem coletar o material familiares de primeiro grau da pessoa desaparecida, de acordo com a seguinte ordem de prioridade: pai e mãe; filhos e o genitor do filho da pessoa desaparecida e irmãos (no caso de filhos e irmãos, quantos forem possíveis) podem comparecer aos núcleos no Ceará.
A família também pode colaborar com as buscas fornecendo material biológico do próprio desaparecido encontrados em itens de uso pessoal, como escova de dentes, aparelho de barbear, além de amostras como dente de leite, cordão umbilical e outros. O material genético coletado irá alimentar os bancos de perfis genéticos estaduais e nacional, possibilitando a comparação com amostras de pessoas encontradas vivas ou falecidas, mas ainda sem identificação.
