Os servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)
decretaram estado de greve, um estágio anterior à paralisação total das
atividades. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores do Seguro Social e
Previdência Social (SINSSP-BR), a decisão foi tomada por uma ”conduta
displicente dispensada ao novo decreto de atribuições”.
Sem data
para o início da paralização, a categoria publicou uma nota em seu site
nessa quarta-feira (26) afirmando que a deliberação foi acatada por
unanimidade no dia 18, durante Assembleia Nacional da categoria, e se
refere ao descumprimento dos acordos de greve de 2022 e 2024. O texto
também informa que a classe ”esgotou todas as vias de diálogo e
negociação para evitar a extinção do cargo de Técnico do Seguro Social”.
Segundo o sindicato, em reunião com os servidores, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) indicou que o governo pretende extinguir gradualmente o cargo de Técnico do Seguro Social do INSS e manter na carreira apenas os Analistas.
Em nota, o SINSSP-BR ressaltou que esse cargo, sem formação específica, já se encontra em processo de extinção devido à criação da carreira de Analista Técnico do Poder Executivo Federal (ATPE)
Também foi informado que o comunicado formal sobre o estado de greve já foi encaminhado ao Ministro da Previdência Social (MPS), à presidente do INSS, a parlamentares (deputados federais, senadores e líderes partidários) e à Central Única dos Trabalhadores (CUT).
Até o momento, não há anúncio de mudança imediata no atendimento ou no pagamento de benefícios.
Segundo o sindicato, em reunião com os servidores, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) indicou que o governo pretende extinguir gradualmente o cargo de Técnico do Seguro Social do INSS e manter na carreira apenas os Analistas.
Em nota, o SINSSP-BR ressaltou que esse cargo, sem formação específica, já se encontra em processo de extinção devido à criação da carreira de Analista Técnico do Poder Executivo Federal (ATPE)
Também foi informado que o comunicado formal sobre o estado de greve já foi encaminhado ao Ministro da Previdência Social (MPS), à presidente do INSS, a parlamentares (deputados federais, senadores e líderes partidários) e à Central Única dos Trabalhadores (CUT).
Até o momento, não há anúncio de mudança imediata no atendimento ou no pagamento de benefícios.
